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02/11/2019

Sugestão - psiquismo

Mario Umetsu: 

Em um dos vídeos do Sugestão ofereci a vocês um link de download que contém textos de Boaventura Kloppenburg a respeito da ação da sugestão no psiquismo humano, especialmente dedicado às curas e ao que tange o desempenho dos reflexos condicionados.

Renovarei a oferta aqui, pois o tema é importante e mesmo urgente:
https://www.dropbox.com/s/60jmvlq1zyb6jb3/B.%20Kloppenburg%20-%20A%20Natureza%20da%20Sugest%C3%A3o%20e%20os%20Reflexos%20Condicionados.pdf?dl=0&fbclid=IwAR1qldVxOU3KXb7LuWHYbDoD_kuNCLZ9qASt-1EVk7Y3EWDtwabc2YlMfGU





13/10/2019

A REALIDADE DA TELEPATIA

Papa Paulo VI e Frei Boaventura Kloppenburg, 

Mario Umetsu: A REALIDADE DA TELEPATIA ANALISADA 

A REALIDADE DA TELEPATIA
ANALISADA POR UM CÉLEBRE BISPO CATÓLICO:

Em agosto de 1953 realizou-se na Universidade de Utrecht, na Holanda, o Primeiro Colóquio Internacional de Parapsicologia, no qual tomaram parte 62 membros, de 14 países, especialistas de diversas disciplinas filosóficas e científicas: físicos, químicos, médicos, psicólogos, psicanalistas, engenheiros, matemáticos, astrônomos, etc. 

O encontro foi presidido por H. H. H. Price, professor da Universidade de Oxford. Nesta ocasião um eminente fisiólogo, o Dr. Schaefer, professor de fisiologia da Universidade de Heidelberg (Alemanha) e diretor do laboratório fisiológico da mesma, fez a seguinte categórica declaração: "As experiências de Rhine estabeleceram a existência dos fenômenos parapsicológicos da telepatia e da clarividência”. 

E o psicólogo de Cambridge, o Dr. Thouless, não foi menos positivo: "Ajuntando-se ao conjunto dos testemunhos já recolhidos, as recentes experiências de Rhine, de seus colaboradores, de Soal, de Tyrrell e de W. Carington fazem desaparecer toda a dúvida tanto sobre a realidade do fenômeno como sobre a possibilidade de demonstrá-lo por métodos experimentais... As provas a favor da realidade do fenômeno são agora tão decisivas que somente a ignorância dos resultados experimentais pode explicar o ceticismo". E o Sr. R. Amadou, que foi o secretário do encontro e nos forneceu o texto destas declarações, acrescenta: "Da longa história cujos principais episódios acabamos de evocar, da investigação lenta e difícil cujas etapas sucessivas temos recordado, deduz-se efetivamente uma certeza que se impõe aos espíritos mais céticos e mais legitimamente exigentes. É a certeza da existência de um fato. É a certeza da existência de um fenômeno, pretendida durante muito tempo e finalmente reconhecida graças ao desenvolvimento do método parapsicológico".

O Dr. J. B. Rhine e seus colaboradores idealizaram um jogo especial de 25 cartas, com 5 séries de 5 cartas diferentes, tendo cada uma um dos seguintes desenhos: cruz, estrela, quadrado, círculo e linhas onduladas. Excogitadas pelo Dr. Zener, as cartas começaram a ser conhecidas como "baralho de Zener” ou “Cartas ESP”. Estas 25 cartas são bem baralhadas por meio de um aparelho especial de modo que fiquem numa ordem inteiramente fortuita ou aleatória. Pede-se então a um percipiente que tente indicar os símbolos das cartas observando a ordem em que elas estão sobrepostas. Todas as vezes que o percipiente enuncia uma carta determinada cuide-se que ele de modo algum chegue a saber se sua resposta é ou não exata. Nestas condições e suposto que o percipiente não dispõe de nenhum modo de conhecer as cartas, é evidente que ele terá uma probabilidade sobre cinco e 5 sobre 25 de acertar. Se o número de provas for bastante grande, a média geral determinada pelo acaso estará sempre na proporção de 1:5. Poder-se-á acertar uma vez mais e outra vez menos, a média geral, entretanto, segundo o cálculo da probabilidade e as leis da estatística pode ser prevista com bastante exatidão. Este mesmo cálculo poderá determinar com certeza matemática quais os limites do jogo do acaso e da coincidência. Eis alguns exemplos:

1) Já em seu primeiro livro Extra-Sensory Perception de 1934, Rhine dá os resultados de uma experiência repetida 700 vezes, na qual o percipiente acertou numa média geral de 8 sobre 25, portanto 3 mais do que era de esperar. O acaso permitia que, num total de 700 jogos, o percipiente acertasse uma 3.500 vezes, quando, de fato, acertou 5.600 vezes Este enorme superávit não pode ser explicado pelo mero acaso. Rhine continuou depois as experiências deste tipo. De 1934-1940 sua escola efetuou ao todo 2.966.348 ensaios, com resultados sempre significativamente acima da média geral que se poderia esperar. Todas as contra-hipóteses imagináveis foram consideradas e as mais rigorosas medidas de controle e precaução foram tomadas. Excluída assim a hipótese do acaso e as hipóteses de percepções sensoriais, não se encontrou outra solução: era necessário admitir a existência no homem, de vias extrassensoriais de conhecimento.

2) S. G. Soal, considerado por Amadou o “modelo do experimentador científico", também da escola de Rhine, fez outra longa série de experiências, nas quais o percipiente não podia ver as cartas. Desta forma realizou 3.789 ensaios e, diz Amadou, o número de acertos foi tão grande que a possibilidade de obter estes resultados pelo acaso era de 10. A Universidade de Londres lhe deu por estas experiências o título de doutor em ciências.

3) O Prof. B. F. Riess, do Hunter College de Nova York, ensaiou as mesmas experiências à distância por meio de relógios sincronizados. Experimentador e percipiente estavam em casas diferentes. O próprio Dr. Riess serviu de transmissor e deu ao percipiente um minuto para cada carta. Repetiram o jogo 74 vezes: uma vez o percipiente acertou todas as 25 cartas, várias vezes acertou mais de vinte e a média geral total foi 18. Esta foi a média mais alta até hoje verificada.

4) Particularmente notáveis foram também as experiências de Whately Carington, destinadas, sobretudo, a eliminar a hipótese das assim chamadas "fugas sensoriais" (o percipiente se deixaria guiar por indícios provenientes ou dos objetos que devem ser adivinhados, ou dos experimentadores ou dos agentes) A simplicidade das cartas do baralho de Zener permitiram esta suspeita. Por isso Carington tentou transmitir objetos mais complexos e ideou um sistema de transmitir debuxos. Todas as tardes, às 7 horas, durante dez dias consecutivos, um debuxo, de tinta preta sobre papel branco, era desenhado e afixado em seu escritório e lá ficava até às 9 da manhã seguinte. O motivo do debuxo era determinado de uma maneira inteiramente fortuita: tirava-se um número qualquer de uma tabuada, abrindo então dicionário na página correspondente ao número e tomando a primeira palavra que razoavelmente poderia servir de motivo para um desenho. Os percipientes recebiam então a ordem de reproduzir o desenho no momento que lhes parecesse mais conveniente dentro do tempo acima indicado. É claro que foram tomadas todas as precauções para que nenhum deles pudesse perceber por vias sensoriais normais o desenho exposto. Os dez originais e os dez debuxos de cada percipiente depois entregues a árbitros especializados. A experiência for repetida 7 vezes com 741 percipientes. E os resultados foram positivos e matematicamente significativos.

Mais outras numerosíssimas experiências de diversos tipos foram feitas por Pratt e Woodruf (com 60.000 provas), por Warner, por Pearce, por Murphy e Taves (com 175.000 provas), por Martin e Stribic, por G. W. Fisk, por Cressac, etc. Ao todo, mais de 5 milhões de provas até hoje.

As mais vivas críticas levantadas contra estes métodos quantitativos vieram geralmente de pessoas leigas em questões de estatística e do cálculo de probabilidades. Desde o início Rhine teve o cuidado de submeter seus resultados a matemáticos qualificados e especialistas eminentes nestas questões.

A legitimidade de seu modo de proceder foi aprovada sem reservas já em 1937 pelo Congresso de Estatística Matemática reunido em Indianópolis. Em 1938 discutiu-se outra vez o assunto no Instituto de Estatística Matemática e o seu presidente, o Dr. Burton H. Champ, formulou então esta conclusão: “As investigações do Dr. Rhine têm dois aspectos: o experimental e o matemático. 

É evidente que os matemáticos nada têm a dizer sobre o aspecto experimental. Mas com relação ao lado estatístico, um trabalho matemático concluiu que, se as experiências foram realizadas convenientemente, a análise estatística é inteiramente válida. Se as investigações de Rhine devem ser lealmente atacadas, poderá ser em outro terreno não no matemático”. E o que se disse neste outro terreno, já o vimos no Primeiro Colóquio Internacional de Parapsicologia.

Não se pode, pois, razoavelmente, duvidar da realidade ou da existência de fenômenos psi-gama. Deve haver no homem um modo paranormal de perceber ou conhecer independente das vias comuns e conhecidas dos sentidos ou do raciocínio consciente. Tratar-se-á de um novo, de um sexto sentido? Estaremos diante duma faculdade criptoestética? Onde está este quê misterioso que desafia os cientistas? Como age, por que age, quando age? Tentemos isolar o fenômeno e, enquanto possível, sua causa, observando seu comportamento geral, o ambiente as circunstâncias e as condições em que costuma atuar.

(Extraído do livro "O Espiritismo no Brasil", de D. Boaventura Kloppenburg")
Mario Umetsu


09/04/2019

Boaventura Kloppenburg -cont.

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Boaventura Kloppenburg! Mítico!
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► "A fé do cristão católico hoje" - Dom Boaventura Kloppenburg - "Aceitamos a exortação do Apóstolo na Carta aos Colossenses 2,8: "que ninguém vos faça prisioneiros de teorias e conversas sem fundamento, conforme tradições humanas, segundo os elementos do cosmo e não segundo Cristo".
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►Instituto Umetsu de Caridade e Macumbarias PUBLICA: "A Umbanda no Brasil", de Boaventura Kloppenburg. Ilustrado. "É só cricá e bachá. Um crássico!"👉🏻 DROPBOX.COM -A Umbanda no Brasil - Boaventura Kloppenburg.pdf


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08/04/2019

Boaventura Kloppenburg



Bispo brasileiro, catedrático em teologia e especialista em parapsicologia, fala sobre oração em línguas, falsos carismas, o valor do testemunho de religiosos emocionados e o perigo à saúde pública encerrado em reuniões mal dirigidas 👆
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► Sugestão Católica
Padres parapsicólogos contra a fraude: bravos guerreiros da fé - Boaventura Kloppenburg, bispo; 1919 - 2009. Bispo brasileiro, Boaventura Kloppenburg era catedrático em teologia e especialista em parapsicologia, fala sobre oração em línguas, falsos carismas, o valor do testemunho de religiosos emocionados e o perigo à saúde pública encerrado em reuniões mal dirigidas:




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► D. Boaventura Kloppenburg foi matéria de revista utilizando a hipnose para desmistificar a psicografia espírita, incorporação, mediunidade e tantas outras superstições..

19/01/2019

Contra o charlatanismo -



Sugestão Católica

14 de janeiro às 20:19 · 
Padres parapsicólogos contra a fraude: bravos guerreiros da fé.

Boaventura Kloppenburg, bispo; 1919 - 2009.





Dr. Osmard A. Faria ..............................






Pe. Joseph de Tonquedéc -----------





22/10/2018

D. Boaventura Kloppenburg

Mario Umetsu: 

O grande bispo e parapsicólogo fala sobre a teologia da libertação no Brasil. Com a palavra, D. Boaventura Kloppenburg lamenta:

" (...) Terminado o Concílio e o período imediatamente posterior, com mais algumas publicações minhas, em livros e artigos, comecei a sentir-me, desde 1967, superado por uma avassaladora onda teológica crítica, que parecia deixar apenas cacos de teologia em minhas mãos. 

Saí então, ou melhor tinha que ser afastado da minha querida Editora Vozes, que ignorou completamente o pluralismo teológico e se colocou agressivamente do lado crítico e negativo, sobretudo quando começou a designar-se “teologia da libertação”, com declarados amores pela solução socialista de cunho marxista dos problemas sociais que o comunismo internacional vinha impondo, com a crítica marxista do sadio capitalismo, com sua específica análise de produção, capaz de colocar todo o mundo no mesmo plano da pobreza.

Não podia aceitar como viável esse tipo de solução, que, além do mais, como vimos e agora mesmo lamentamos com a condenação de duas obras cristológicas do jesuíta espanhol Jon Sobrino, teólogo em El Salvador, acabava de fato com a teologia séria da redenção e santificação cristã (...)"


Mario Umetsu



10/10/2018

Feitiço

Mario Umetsu:
   (Curso de Hipnoterapia - dias 3 e 4 de novembro/18 info.: WhatsApp (11) 2060-0874
"Boaventura explica a natureza da crença paranoica no feitiço por parte dos padres exorcistas católicos, tema de nosso curso":

"Insisto nesse ponto porque sei que no círculo da teologia católica e protestante existe uma tendência comum, até hoje, de ver uma conexão íntima entre a magia e certas ações diabólicas. Eu vejo tal tendência, por exemplo, em Tanquerey (Synopsis Theologiae Dogmaticae), que cita a seguinte definição de magia: "...a faculdade de produzir com certeza e regularidad efeitos estranhos, com certos conjuntos de sinais e a ajuda do diabo" (Vol. II, p. 507). Essa definição, se quisermos levar a sério, supõe que o mago é definitivamente capaz de produzir efeitos com a ajuda de Satanás.
Este conceito, no entanto, não vem da Bíblia, nem de nossos pais e nem do ensino eclesiástico. Vem dos dias da feitiçaria européia, do século XIV ao XVIII, quando católicos e protestantes queimavam milhares de bruxas e feiticeiros, especialmente na Alemanha e na Inglaterra. A teoria em voga era a de um pacto, implícito ou explícito, entre o feiticeiro e o diabo, que permitia aos feiticeiros produzir seus efeitos estranhos. Naqueles dias, volumes, milhares e milhares de páginas em comprimento, foram escritos por teólogos católicos e protestantes - os homens mais sábios da época - para demonstrar a realidade da feitiçaria satânica, das bruxas voando pela noite em cabos de vassoura, e de banquetes sinistros no sábado.
Li e estudei o trabalho colossal de Martin del Río, S.J., "Disquisitiones magicarum libri sex". É um monumento à sutileza teológica e à credibilidade primitiva. Del Río e seus associados selecionaram da literatura grega, latina e cristã qualquer coisa que se assemelhasse ao extraordinário ou diabólico; e com essa massa de material, acumulada ao acaso, eles se desenvolveram e forjaram, acrescentaram tudo, desde procedimentos legais apropriados contra bruxos e feiticeiros até confissões espontâneas, ou às vezes forçadas, das próprias vítimas.
E assim eles tinham os "fatos". Mas como então poderiam explicá-los? Muito simples: uma vez que os fatos transcendiam as forças familiares da natureza e do homem, precisavam ser explicados pela presença de forças sobrenaturais. abundavam sob circunstâncias que eram suspeitas, irreligiosas e muitas vezes francamente imorais, como poderiam ser outras que não diabólicas? A partir de então, a suposição de um pacto explícito ou implícito com o diabo era muito simples".
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