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16/10/2018

Médiuns, curas e farsas

Mario Umetsu: Arigó e Nero 



Arigó e Nero foram os curandeiros-mito que colaboraram no projeto de transformar o Brasil na terra mais espírita do mundo. Foram presos, julgados, condenados e os truques de ilusionismo com hipnose vieram à luz, mas até hoje são defendidos pela população como santos populares.
Mario Umetsu






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Mario Umetsu - 

17 de dezembro de 2018



Curas de Arigó - mito ou verdade?
O pe. Quevedo, através do Centro Latino-Americano de Parapsicologia, levantou um questionário destinado a mais de 30 mil pessoas e constatou que o número das que se diziam prejudicadas ou que em nada se beneficiaram é sumamente maior das que se consideravam melhores ou curadas (algo como 60% de descontentes).
Aprofundadas as pesquisas, verificou-se que as doenças curadas eram especialmente as de raiz emocional ou facilmente mascaradas por sugestão hipnótica.
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Mario Umetsu: Médium raiz 


Médium raiz mesmo sempre é b.hado e tem vários transtornos neuropáticos. João de deus, como Arigó e Nero, é muito normalzinho, diferente de Chico Xavier e Divaldo Franco que por vezes até acreditavam mesmo no que estavam dizendo e fazendo.
Mario Umetsu

➖➖Mario Umetsu
                                                                                                                                                                                        jan/2020
Em 1978 saía para a tiragem um livro de Cícero Valério relatando que Arigó - possuído pelo espírito de dr. Fritz - curou um caminhão de loucos, todos de uma só vez.
O caminhão ninguém nunca viu, assim como nenhum familiar dos loucos apareceu para agradecer, mas na época a alta cultura servia para produzir conhecimentos e não para se tornar cego perante trambicagens ululantes.

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08/09/2018

✍️ Prosopopeia

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✍️ Prosopopeia - dramatização do inconsciente. Ocorre quando rebaixada a frequência cerebral o imaginário confunde-se com o real e manifesta-se obnubilando a determinação consciente.

A pessoa não está morta e nem fora de si, mas automaticamente justifica suas fantasias, atribuindo-as aos deuses, demônios, ondinas, guias astrais, extra-terrestres (veja-se o curioso caso de Flournoy com a criação do idioma marciano, tão perfeita e tão bem desmascarada, mas obra de uma inteligência inconsciente prodigiosa).

Normalmente, quando se mostra para o médium-"possesso" (?) o que é que lhe ocorre, essas coisas terminam automaticamente. Estou eu já cansado de visitar casas fazendo demonstrações e prestando esses esclarecimentos. Em um nem tão bem-sucedido caso uma moça criada da magia negra compreendeu e declarou-se convicta de que não há entidades e nem possessões, mas não quis deixar de frequentar, por N ligações afetivas com o local. Em contrapartida o comum deixou de ocorrer: vai lá assistir, mas nunca mais ficou possessa...

Mario Umetsu


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: Deus dando permissão...



Imaginem só, Deus dando a permissão para as almas dos mortos voltarem à Terra para balançar móveis, declamar poesias, dizer que está "tudo bem", pintar quadros, magnetizar líquidos, mexer no mato...
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Faço questão de demonstrar, toda vez que atendo a um médium através hipnoterapia, que tão mais a manifestação se parecer com tal pessoa em vida, tão mais será falso; porque os espíritos não têm músculos, laringe, pulmões, não podem caminhar, não podem fazer nada, e muito menos poderiam "exportar" as maneiras de como usavam seus próprios órgãos quando vivos ao aparato orgânico de outro vivo.
Mario Umetsu






Médiuns


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☼ Gênios-artistas e médiuns frequentemente dividem os mesmos sintomas e condutas: desmaiam por nada, falam sozinhos, irritam-se com sons e luzes, despersonificam-se, são autômatas sonâmbulos e homossexuais.
Vamos parar de poesia.

Mario Umetsu

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: Todos os maiores médiuns da história...


Todos os maiores médiuns da história foram acometidos por atrozes distúrbios neurológicos e psiquiátricos. Suas famílias sempre apresentavam distúrbios, de modo que o problema da "mediunidade" é de ordem médica e não espiritual e está a cargo da genética. Flournoy, sincero cientista espírita, fez um levantamento com setenta e dois sensitivos de Genebra e constatou que dentre todos, apenas quatro não procediam de família doentia, porém o próprio especialista recusa-se a acreditar nas palavras dessa minoria.

Mario Umetsu