27/01/2020

Pe. Amorth x Tonquedéc


Mario Umetsu
27/01/2020, às 00:05
Apontar os erros do pe. Amorth e demonstrar a razão para não crer piamente nele faz a discussão terminar de imediato com o oponente batendo os pezinhos de raiva.
É claro. Se afastar esses livros, não sobra nada na estante do curioso.
Quem é que leu Tonquedéc? Por que é que ninguém quer ir atrás dele por mais que eu recomende?
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Mario Umetsu responde: 

👨🏼‍🎓 R.B. -Você saberia dizer quais são os inspiradores do Padre Amorth? Em quais autores ele se baseava para fazer suas afirmações e tal...



  • Mario Umetsu -  Baseava-se no que ouvia dizer e nos demônios que entrevistava. 

  • Mario Umetsu - Chega a citar Tonquedéc elogiosamente (a pessoa, não a obra; seus livros, via de regra, não têm referências bibliográficas). Frequentemente cita um outro velho padre que o fez ser exorcista, e mais nada. 
  • 👇🏼(Referencia do Pe. Amorth)



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Lista de livros do Tonquedéc :
Arquivo do IPQ (acervo - Biblioteca) 

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26/01/2020

Umas e outras e memes! 🧙🏻‍♂️

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Sugestão Católica chegando nos 4k. (25/01/2020)

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 Curtas:



  • Mario Umetsu
25 de janeiro às 07:19

Tudo o que vem com "gospel" no nome é 💩


  • Mario Umetsu
25 de janeiro às 14:35
Eu aqui partilhando técnicas de eliminar pesadelos e paralisia do sono, e me aparece o tradicionalista de Amorth na mão protestando a favor de incubus e succubus que leu no livro do exorcista.


 e Grossas:


  • Mario Umetsu
26 de janeiro às 11:04
Indiretinhas? Pra mim? Aqui não.
Eu já respondo ou no respeito ou no sarcasmo para que tudo se resolva de imediato; mas fugir de discussão para fazer tiradinha em vitrine só demostra cinismo e incapacidade intelectual, coisa inadequada para consagrados.
Seja padre, bispo, beato em processo de canonização. Irá para o vinagre do mesmo jeito.
Sacerdote curioso e esotérico? Libera nos, Domine.
Volta pro mar, oferenda.

  • Mario Umetsu
26 de janeiro às 23:55
É muito curioso as pessoas "discordarem" sem ter o que dizer em contrário.
O debate sobre feitiçaria e exorcismos segue aberto, como sempre esteve.
Só like em quem posta e corre não serve. Você tem que mostrar pra que lado chuta a bola.


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Família que Sugesta unida permanece unida.

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25/01/2020

Mario e as práticas religiosas

PARANÓIA PIEDOSA
O Mario Umetsu explica muito bem em seus vídeos e textos a loucura associada às práticas religiosas em nosso meio, a pessoa começa com certos escrúpulos desenvolvendo um TOC, nisso acrescento que é uma 'piedade' acompanhada de uma vaidade peculiar, comum em ansiosos patológicos, essa vaidade faz com que a pessoa comece a se imaginar um grande 'asceta' que luta contra forças sobrenaturais e logo começa a associar qualquer acontecimento diferente de sua vida ao sobrenatural, com isso a vaidade só aumenta e os escrúpulos idem. O Mário também destaca algo importante dessas pessoas, elas se interessam bastante pelos assuntos de exorcismos e afins, deixando até de lado assuntos mais importantes como a leitura de tratados espirituais ou algo do tipo.
Dentro disso tudo, faço mais um acréscimo a tal análise precisa, é provável que tal pessoa tendo um quadro evoluído desse tipo, possa até desenvolver uma esquizofrenia associada a temas religiosos, tanto no sentido da mitomania como na mania de perseguição.
Daniel De Jesus Silva
22 de janeiro às 07:38
August Macke - Lady in a Green Jacket










Pactos

Mario Umetsu25 de janeiro às 20:37Manuais de teólogos e inquisidores existem em centenas, afirmando que com o auxílio dos demônios as bruxas faziam pactos, voavam em vassouras e animais, transformavam-se em sapos e cães, derrubavam a libido dos homens... Todos contando e recontando os fatos com requintes de precisão, incluindo as fórmulas mágicas em todas as suas etapas, citando cada material empregado e o tempo de duração dos efeitos.
Ocorre que nenhum dos autores do manuais jamais viu qualquer coisa dessas ocorrendo.

Mario Umetsu responde:


G. - Tanto que assim que a histeria começou a correr solta, os primeiros documentos papais sobre isso foi sempre de enfatizando que bruxas não existem e crer nessas coisas é passível de heresia...
  
Mario Umetsu - Houve documentos papais nos dois sentidos. Foi uma confusão infernal.
·     Mas importa é que doutrinariamente (e não pastoralmente) a crença no pacto e na feitiçaria foi considerada uma "sacramenta diaboli" e condenada como coisa de "estúpidos e obtusos". Heresia; impossibilidade, ilusão. Não existem e nem podem existir.

P. -  Mario Umetsu, mas, e quanto aquele episódio de uma moça que, após uma maldição, era vista por todos como uma mula? Só São Macário, salvo engano, a via como quem realmente era. E quanto as narrativas de missionários que, em África, eram perseguidos por homens que transformavam a si mesmos - uma ilusão demoníaca- em tigres?

Mario Umetsu – Paulo:
"quanto aquele episódio de uma moça que, após uma maldição, era vista por todos como uma mula?"
- Como a coisa acontecia (e se acontecia mesmo) não sei, mas afirmo categoricamente que nenhuma maldição pode existir. É irreal sua eficácia e um pecado contra a fé a crença.

" E quanto as narrativas de missionários que, em África, eram perseguidos por homens que transformavam a si mesmos -uma ilusão demoníaca- em tigres?"

- Não conheço essa passagem, mas, de qualquer modo, gostaria que me enviasse o que tiver a respeito dela. Normalmente relatos dessa natureza são muito inespecíficos e pouco trazem para uma investigação que sustente uma opinião a seu favor. Recordo também que não temos a obrigação de crer na possível sobrenaturalidade desses fatos...

P. - Mario Umetsu, conheço esses relatos como citações dentro de outras obras, mas não me recordo quais. Terei de procurar. Mas, de qual modo uma maldição vai contra a fé?

G. -  Paulo , talvez, se buscarmos primeiro explicações naturais, estejamos diante de um caso de histeria no caso de São Macário, onde ele não foi afetado. Isso, pra mim, não exclui a providência divina do contexto, onde ele não caiu na suposta histeria... Tudo isso é uma breve especulação sobre possibilidades naturais.
  •  
Mario Umetsu - "Mas, de qual modo uma maldição vai contra a fé?"
Há que se ver de qual modo foi efetivada essa "maldição".
No sentido de que toda a Providência e todo poder só pode vir de Deus, quem governa o mundo. Ninguém poderia encomendar uma desgraça aos demônios, que jamais têm liberdade de agir por evocação. Ainda que ouvissem o pedido, teriam que conquistar a liberdade de Deus para cumprir, e Ele não obedecerá a um ser humano.

Mario Umetsu - E se Deus ouviu e quis fazer, foi porque já estava em seus desígnios. Não obedeceria a um pedido.

P. - Mario Umetsu, mas ninguém diz que a ação demoníaca é libérrima, mas que há ação. E, em todo caso, como saber quem está na presciência de Deus como um amaldiçoado segundo a Sua vontade consequente? Pelo que vejo é mais comum do que se imagina. Tenho parentes inclusive que fazem uns troços, que funcionam, que com certeza não são coisas de Deus.
  •  
Mario Umetsu - Como saber? Ninguém sabe; nem eu. O que afirmei é que não existe e não pode existir nenhuma súplica eficaz ao Mal, nem por meio de rituais e encantamentos, nem por meio de feitiçaria. A afirmação dessa possibilidade é herética.

Mario Umetsu - E nisto estamos somente no terreno da teologia. A respeito de macumbas que alguém acredita que dão certo, deveremos entrar em outras searas de investigação.
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 G.- Tanto que assim que a histeria começou a correr solta, os primeiros documentos papais sobre isso foi sempre de enfatizando que bruxas não existem e crer nessas coisas é passível de heresia...



Mario Umetsu "Mas, de qual modo uma maldição vai contra a fé?"
Há que se ver de qual modo foi efetivada essa "maldição".
No sentido de que toda a Providência e todo poder só pode vir de Deus, quem governa o mundo. Ninguém poderia encomendar uma desgraça aos demônios, que jamais têm liberdade de agir por evocação. Ainda que ouvissem o pedido, teriam que conquistar a liberdade de Deus para cumprir, e Ele não obedecerá a um ser humano.

Mario Umetsu - E se Deus ouviu e quis fazer, foi porque já estava em seus desígnios. Não obedeceria a um pedido.


Paulo - Mario Umetsu, mas ninguém diz que a ação demoníaca é libérrima, mas que há ação. E, em todo caso, como saber quem está na presciência de Deus como um amaldiçoado segundo a Sua vontade consequente? Pelo que vejo é mais comum do que se imagina. Tenho parentes inclusive que fazem uns troços, que funcionam, que com certeza não são coisas de Deus.
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Mario Umetsu - Como saber? Ninguém sabe; nem eu. O que afirmei é que não existe e não pode existir nenhuma súplica eficaz ao Mal, nem por meio de rituais e encantamentos, nem por meio de feitiçaria. A afirmação dessa possibilidade é herética.

Mario Umetsu - E nisto estamos somente no terreno da teologia. A respeito de macumbas que alguém acredita que dão certo, deveremos entrar em outras searas de investigação.
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Francisco de Goya y Lucientes, El aquelarre o El Gran Cabrón  (1820)



"Deuses" 2


Mario Umetsu 25 de janeiro às 20:22Os demônios existem; os deuses não. Para que a afirmação de que os demônios realizem fenômenos e se passem por ídolos para lucrar algo além do pecado deixe de ser uma especulação humana e passe a ser um fato, é necessário que se comprove suficientemente que já ocorreu alguma vez. Os medievais - santos e papas inclusive - creram amplamente na existência de sabbaths e bacanais com demônios e se deram mal, pois nunca houve nenhum de fato, conforme indicam testemunhas da época, bispos, inquisidores, cientistas da época e historiadores de hoje: todos os caçadores de feiticeiras jamais viram um sabbath, apenas criam no que ouviam; e as bruxas nunca produziram nada em suas presenças.


MARIO REPONDE:
S.M. A leitura de uma das horas do Ofício Divino de hoje, festa da Conversão de S. Paulo, é bem esclarecedora a respeito:

At 26,16b-18

"Levanta-te e te põe em pé, pois eu te apareci para fazer de ti ministro e testemunha do que viste e do que ainda te mostrarei. Eu te escolhi do meio do povo e dos pagãos, para os quais agora te envio, a fim de lhes abrires os olhos e para que eles se convertam das trevas para a luz, do poder de Satanás para Deus, e recebam a remissão dos pecados e a herança entre os santificados pela fé em mim. "
Corroborando isso, temos, no ritual antigo do Batismo, sancionado pelo constante e ininterrupto uso da Igreja, e que vem da época patrística, um ritual de exorcismo antes da parte propriamente batismal da liturgia em questão. É chamado exorcismo menor (mas é de expressões muito enfáticas e dirige-se ao espírito maligno com toda clareza. O contexto de origem é justamente a passagem dos catecúmenos do paganismo pata o Reino da luz. No atual rito do Batismo, permanecem os exorcismos menores, mas no rito de Batismo das crianças, é abreviado e reduzido ao mínimo essencial. Já no Ritual de Batismo de Adultos se prevê que, em determinado momento d caminho de preparação para o Batismo (catecumenato), o catecúmeno, se passou por religião pagã e cultuou divindades outras, faça as renúncias a Satanás nomeando explicitamente o nomes as divindades a quem serviu e adorou. Como digo, essas renúncias equivalem à renúncia normalmente dirigida a Satanás. Há uma equivalência, um paralelismo no ritual.
De resto, toda mentira é uma máscara potencial para o demônio, a quem Jesus nomeou "pai da mentira" (Jo 8...). Ora, de todas as mentiras, a pior certamente é a idolatria. Logo...

  • Mario Umetsu - Não entendi o que tem a leitura de hoje a ver com meu texto. E do que o senhor afirmou na sequência, não vejo onde seja claro e nem imposto crer que alguém que prestou culto a um deus pagão tenha precisamente cultuado a um espírito maligno além de ter pecado.

    Toda mentira é uma máscara potencial ao demônio; é fato. Potencial, por constituir pecado. Quem se recusa a prestar culto a Deus está nas mãos do demônio por suas faltas, necessariamente. Não há polêmica nisto.

    Quanto ao tal ritual de exorcismos da Patrística, sabe-se que consta de uma época de opiniões demonológicas pra lá de controversas, onde até incubus e succubus (repelidos enfaticamente como possibilidade pelo papa Bento XIV) são personagens. Tertuliano, por exemplo, influenciando parte de nossa liturgia, acredita que os demônios moram nas águas. Justino, Eusébio e Clemente de Alexandria criam que os demônios pecaram sexualmente com mulheres. Naturalmente, nossa questão desponta para uma análise de fatos, muito além de uma possibilidade teológica, sobre como os demônios teriam lançado mão das figuras de deuses para enganar ao povo, e tal análise já não se encontraria sob o poder dos intelectuais da antiguidade.

    Além de que tais exorcismos sejam antigos, nunca foram impostos para a Igreja Universal.

    Por fim, mesmo no Exorcismo Solene há problemas teológicos graves e nunca revistos, como a pergunta que fará o exorcista ao possesso a respeito de feitiçaria e local onde estaria armazenada. Tal questionamento foi levantado por frei Constantino Koser, D. Boaventura Kloppenburg e muitos outros.
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Lycurgus Consulting the Pythia - oferenda cordeiro - Eugene Delacroix, (1840)

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"Deuses"


Mario Umetsu
25 de janeiro às 13:07
Os deuses dos pagãos não são demônios.
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Mario responde: 

👨🏻‍🏫

No hebraico houve um jogo de palavras com elohim e elihim ("Javé é Deus, os deuses dos pagãos são futilidades") absolutamente intraduzível para o grego sem prejuízo de estilo.  
Elihim = coisas vãs; idiotices (e não demônios) 

NOTA de M.Um.:
Em partes:   Não estamos desconsiderando a existência de demônios, mas sim o que eles podem fazer, se podem fazer, e o que concretamente a Igreja admite oficialmente que façam. De rituais para eles, especificamente.Tertuliano escreve documentos sobre a Igreja, mas não emite pareceres no lugar dela, muito menos condenações.Aliás, de uma série de idéias esquisitas a respeito de demônios, ele também acreditava intensamente que a água era uma clássica habitação de demônios...Sobre Teófilo de Antioquia, também não comprova o que diz e nem embasa sua opinião no Magistério católico. E novamente, só alude a influências, e não aos tais rituais eficazes dos quais os demônios tirariam algum proveito além do pecado.  

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👨🏻‍🎓J. C.- A Septuangita é usa pela Igreja como cânon oficial certo? Dela vem as primeiras traduções, como da vulgata. O erro de tradução vêm desde o grego?

  • 👨🏻‍🏫Mario Umetsu - Perfeitamente. No hebraico houve um jogo de palavras com elohim e elihim ("Javé é Deus, os deuses dos pagãos são futilidades") absolutamente intraduzível para o grego sem prejuízo de estilo.

👨🏻‍🏫 Mario Umetsu -  Curiosidade:

 Belial significa "inútil". A Bíblia de Jerusalém traduz "filhos de Belial" como "homens vagabundos".
Sua aplicação está muito ligada a simbolismos, tanto quanto em inúmeras vezes os demônios nas Escrituras não se referem a espíritos criados por Deus, mesmo porque diabo, satã e demônios não significam as mesmas coisas.
  

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👨🏻‍🎓 V. P. - Mário, mas e os relatos dos antigos romanos e gregos que, na prática de sua religião doméstica (que era a religião oficial desses povos), os seus antepassados ameaçavam os membros da família caso não prestassem o culto. Não seria uma atuação preternatural?

  • 👨🏻‍🏫Mario Umetsu - Por que seria algo diferente do que os atuais umbandistas, kardecistas, pentecostais e das seitas menores afirmam que ocorre, nós investigamos, e nunca tem procedência, e mesmo assim enganam a milhões?



  • 👨🏻‍🏫Mario Umetsu - Aliás, temos documentados inúmeros truques aplicados pelos sacerdotes sobre o povo. Os gregos possuíam até canhões de luz e máquina de simular trovões.


  • 👨🏻‍🏫Mario Umetsu - Muito poderiam ter trazido do Oriente (como o ideário paranoico sobre feitiçaria que deu lugar à bruxomania no alto clero do séc. XIII em diante) a nível de truques de faquirismo, revitalização de mortos, falsas levitações e curas... Isto ocorre pelo globo há milênios. Nosso dever é no mínimo afastar tudo isso que já é clássico na humanidade antes de jogar na conta dos demônios que, claro está, não podem fazer tudo e o tempo inteiro - além de que jamais tentam e enganam além do que nós podemos suportar e de maneira incoercível. Deus não permitiria jamais.



  • 👨🏻‍🎓 V. P. -  Mario Umetsu, entendo. Inclusive pelo que você falou sobre o condicionamento de quem crê em malefícios, os relatos de que realmente ocorriam os malefícios de que os deuses-lares (o falecido antepassado) ameaçavam têm uma explicação. Mas deveríamos acreditar nos relatos que contam efeitos naturais do "descontentamento" dos lares? Como má colheita, etc?


  • (...)
  • 👨🏻‍🏫 Mario Umetsu - Como quiser!

    Antes de perder o bonde, gostaria de acrescentar que até o pe. José de Anchieta em carta de 1 de setembro de 1554 relata que surpreendeu os selvagens feiticeiros em fraude para enganar os demais, e que sumiram após serem desmascarados por ele.

    O espiritismo moderno também nasceu de fraude. As irmãs Fox aprenderam um jeito de golpear o assoalho de maneira com um discreto movimento do dedão. Dali, simularam para a mãe um diálogo com uma irmã falecida e por fim contagiaram o bairro até tomar a Europa e toda a América (e sobreviver incólume até hoje). Confessaram o truque já no final da vida, em sessão solene do Carnegie Hall.

    Não obstante tudo isso, em meu apostolado antiespírita uma dezenas de vezes tive que responder a pessoas que afirmavam ter o espiritismo um início preternatural. São justamente essas que aos pés da cama vêem demônios e se apavoram com a presença dos espíritos dos antepassados, tanto quanto os gregos e romanos afirmam...
Conselho dos Deuses ou Il Consiglio Degli Dei, Livro I, ilustração de Metamorfoses de Ovídio, Florença, 1832 (gravura colorida à mão) de Luigi Ademoll